Um cliente suspendeu o processo de Coaching

(7 coisas que precisas de te lembrar)


Não é um “não” a ti.

É um “sim” a algo interno do cliente.

O cliente tem direito a escolher. Mesmo que não compreendas por completo a decisão.

Não precisas de salvar.

A urgência em “ir atrás” diz mais sobre ti do que sobre o outro.

Respeita o limite. Mesmo quando isso te deixa desconfortável.

Nem tudo precisa de ser fechado com uma conversa final.

Às vezes, o cuidado está em não insistir.

O processo não se perde. O que foi integrado… fica. Mesmo no silêncio.

A tua competência não se mede pela permanência do cliente. Mede-se pela qualidade da relação enquanto ela existe.

Sustentar o teu lugar também é saber deixar ir.

Já vivi isto algumas vezes e já supervisionei profissionais no seu processo de lidar com esta situação.

Considero que oferecer coaching é um processo que exige autenticidade, competência e uma compreensão profunda tanto do nosso próprio valor quanto das necessidades dos nossos coachees.

Um processo de suspensão ou interrupção ativa em nós uma resposta de proteção legítima.

Algo em nós se sente "ameaçado" e a procura de contexto e de compreensão toma o protagonismo.

Só que nessa procura, e sem reparar muitas vezes, atropelamos o outro.

Invadimos os seus limites.

A urgência por salvar pode quebrar a ligação na construção.

Leva estes 7 lembretes.

Sê gentil contigo.

Aprofunda os teus conhecimentos, sobretudo, o teu autoconhecimento.

Não é sobre mudar os outros.

É sobre compreender o que em nós ainda se sente ameaçado por eles.


 
 
 

Abraço sereno,

Ana Higuera

 

Próximo
Próximo

Somos dignos